por Redação

Trip Transformadores, aquele momento em paramos para aplaudir pessoas que fazem a diferença.

“Ninguém participa de uma noite como esta sem se transformar também”, dizia Bruna Lombardi emocionada, antes de apresentar um dos homenageados da nona edição do Prêmio Trip Transformadores. A emoção é mais do que compreensível. Afinal, nesta quarta-feira (11 de novembro) o Auditório Ibirapuera, em São Paulo, estava lotado para celebrar pessoas e projetos genuinamente comprometidos com o outro.

Médicos, artistas, atletas, agricultores, aviadores, líderes espirituais. Cada um dos homenageados representa uma forma mais altruísta e contemporânea de enxergar o mundo ao nosso redor. O que realmente faz a diferença é a certeza de que as ideias e projetos destas pessoas causam um grande impacto nas comunidades em que participam e, consequentemente, na sociedade como um todo.

"Há nove anos, este prêmio valoriza a ideia da interdepência", declarou Paulo Lima, editor daTrip na abertura do evento. Esta idéia também estava presente na cenografia, concebida por Marcelo Dantas, uma cortina toda confeccionada a partir de um emaranhado de fios de cobre, fazendo referência à conectividade.

Para celebrar a noite, subiram ao palco músicos representantes da diversidade musical do nosso país e da sonoridade típica de diferentes regiões: Tiganá Santana, um poeta baiano que carrega consigo as raízes africanas, Dona Onete, com seu carimbó paraense e timbres amazônicos, Renato Teixeira e sua alma caipira e, em contraste, o ultra urbano Arnaldo Antunes.

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